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Marcos Arakaki é doutorando em Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra – FLUC, sob a orientação do prof. Dr. José Oliveira Martins e coorientação do prof. Dr. Daniel Moreira, mestre em regência orquestral pela University of Massachusetts (2004), onde recebeu orientação do maestro Lanfranco Marceletti e bacharel em música pela Universidade Estadual Paulista – UNESP (1995), formando-se na classe de violino do prof. Ayrton Pinto, Arakaki participou do Aspen Music Festival and School (2005) recebendo orientações de David Zinman na American Academy of Conducting em Aspen nos Estados Unidos e de masterclasses com os maestros Kurt Masur, Charles Dutoit, Sir Neville Marriner dentre outros. Sua trajetória artística é marcada por prêmios como o do I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes, promovido pela Orquestra Petrobrás Sinfônica em 2001 e do Prêmio Camargo Guarnieri, concedido pelo Festival Internacional de Campos do Jordão em 2009, ambos como primeiro colocado. Marcos Arakaki foi também semifinalista no 3o Concurso Internacional Eduardo Mata realizado na cidade do México em 2007 e finalista do Concurso Latino-Americano de Regência Orquestra – OSESP 2005. Arakaki foi regente titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (2005), regente assistente da Orquestra Sinfônica Brasileira(2007-2010), regente titular da Orquestra Sinfônica da Paraíba (2007-2010) e da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem (2008-2010) obtendo com a OSB Jovem grande reconhecimento da crítica especializada e do público carioca e regente associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais por 9 temporadas (2011-2019). Arakaki foi também o regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba (2013-2015) – (2020-2021) por quatro temporadas. Marcos Arakaki tem dirigido regularmente a principais orquestras sinfônicas no Brasil como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Orquestra Filarmônica de Goiás, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica Nacional-UFF, de Campinas, do Espirito Santo, da Paraíba, do Rio Grande do Norte, de Recife, da Universidade de São Paulo, Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, Orquestra de Câmara da OSESP, a Camerata Fukuda e a Academia Jovem Concertante dentre outras, além de orquestras no exterior como a Orquestra Filarmônica de Buenos Aires, Orquestra Sinfônica de Xalapa, Orquestra Filarmônica de Universidade Autônoma do México, Kharkiv Philharmonic Orchestra na Ucrânia e a BoshlavMartinuPhilharmonic na República Tcheca, colaborando com importantes artistas, tais como os pianistas Gabriela Montero, Sergio Tiempo, Anna Vinnitiskaya, SofyaGulyak Ricardo Castro e José Feghali, os violinistas Pinchas Zukerman, Rachel Barton Pine, ChloëHanpslic e Luís Fílip; o violoncelista Julien-Laferrière, o contrabaixista Günter Klaus, o clarinetista Eddie Daniels, o trompista/trompetista David Gérrier, o trompetista Pacho Flores e muitos outros, além de parcerias com artistas populares dentre eles:João Donato, Ivan Lins, Fafá de Belém e os atores Dira Paes, Zezé Polessa, Edwin Luisi e Sandro Christopher. Arakaki gravou com a Orquestra Sinfônica Brasileira a trilha sonora do filme Nosso Lar, composta por Philip Glass, além de dirigir as últimas montagens dos ballets Cinderela e Romeu e Julieta com o Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná, além da estreia brasileira da ópera Von heuteaufmorgende Schoenberg no Teatro Municipal de São Paulo e a Orquestra Experimental de Repertório em 2023. Marcos Arakaki dirigiu a estreia mundial de mais de 60 obras sinfônicas em sua maioria, no Festival Tinta Fresca promovido pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, contribuindo de forma decisiva ao longo dos anos em projetos de formação de novas plateias, por meio de apresentações didáticas, concertos para juventude, bem como para a difusão da música de concertos através de turnês em mais de cem cidades de todas as regiões brasileiras. Marcos Arakaki dirigiu a estreia mundial de mais de 60 obras sinfônicas em sua maioria no Festival Tinta Fresca promovido pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Paralelamente a sua carreira de regente, Arakaki tem desenvolvido atividades como coordenador pedagógico, professor e palestrante em projetos culturais e instituições de ensino como: Zarinha Centro de Cultura – João Pessoa, Escola do Futuro em Artes Basileu França – Goiânia, Casa Saber – Rio de Janeiro, Furnas – Jovens Talentos, Música na Estrada, Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal do Rio Grande do Norte,conservatórios e escolas por todo o Brasil. Arakaki foi professor visitante da Universidade Federal da Paraíba por quatro anos, contribuindo para a consolidação da Orquestra Sinfônica da UFPB.Atualmente, Arakaki é o maestro da Orquestra Parassinfônica de São Paulo. Autor dos best-sellers A História da Música Clássica Através da Linha do Tempo, lançado em 2019 e Conhecendo a Orquestra – Os Instrumentos de 2021, Marcos Arakaki tem viajado constantemente para a realização de concertos comentados, palestras e exposições baseadas nestas publicações. Seus livros e exposições, foram adquiridas e adotadas pelas prefeituras de São Paulo/SP, Barra Mansa/RJ e Curitiba/PR e pelos colégios Bosques Mananciais – Curitiba/PR, Colégio Porto Real – Rio de Janeiro/RJ, Colégio Genebra – Niterói/RJ, Harmonia Bilingue – Campo Grande/MS e outros.. |